Andando na linha?

17 12 2007

Andando na linha?

Outro dia estava assistindo o que mais gosto na televisão: os comerciais, quando me deparei com o comercial da GM, do novo Vectra GT. O comercial começa com a música do Raul Seixas (regravada e mais progressiva) “…eu prefiro ser, essa metamorfose ambulante…. do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo…” e por aí vai. Logo entendi que a “velha opinião poderia ser porque o Vectra GT é diferente, inovador, saindo do estilo do carro mais elitizado que o Vectra representa. Bem, seguindo rapidamente pelo comercial de 30 segundos, percebo o Vectra GT passando por vários prédios, e a imagem corta para dentro de um elevador em movimento, onde de forma estranha, duas lindas garotas estão de “soltando”, ou se “debatendo” (confesso que ainda não achei o termo), mas demonstravam algo não muito comum aos meus olhos de telespectador. O comercial segue para seu final, a música continua “metamorfose…velha opinião”… estou começando a achar coisas estranhas…
No final, o locutor narra a seguinte frase “Ou você anda na linha, ou você anda no novo Vectra GT!” . E ainda segue a logo da GM virada ao contrário e depois tomando a forma normal.
Será que eu entendi direito??? SAIR DA LINHA? Ok, qualquer publicitário pode me corrigir… “_Estamos falando do novo Vectra GT, com GPS, faróis com máscara negra, lanternas com molduras cromadas e etc…”. Mas, somando a música “metamorfose” + “velha opinião” + “duas moças em atitudes duvidosas” + “ou você anda na linha, ou você anda no NOVO!”, bem, não quero criar nenhum alvoroço, mas parece que os valores estão mudando e sendo encarados e vendidos de diversas formas. Você pode acessar o site da GM e ver o comercial (se ainda não viu). – http://www.saiadalinhagt.com.br/ .

No fórum Club do Vectra, os usuários discutem este assunto, e mesmo sendo pessoas que não estejam defendendo religião ou valores e princípios, falam que não comprariam este carro pois entenderam através da mídia que o carro é para gays. A GM respondeu aos usuários do Club do Vectra, confira.

É interessante, mas em pequenas doses, o inimigo vem destruindo aquilo que Deus fez: o ser humano, a família. Já não são mais vistos pelo mundo como instituições divinas, criações de Deus, nos dias de hoje, assim como nos dias de Noé “... comiam, bebiam e davam-se em casamentoMateus 24:37”.

O que quero, é que os jovens possam desenvolver um espírito crítico, sua opinião formada, e ao assistirem algo na televisão, ou mesmo na hora de comprar um produto, ao receberem uma nova idéia, ou um novo conceito, possam opinar e seguir os seus princípios e não opiniões baseadas em influências.

Mas este é só o começo, num próximo post, quero comentar sobre um outro comercial.
Até +

 

Para baixar o comercial clique aqui.





Fotografando em terreno sagrado

10 12 2007

Fotografando em terreno sagrado

Qual o limite para se obter a foto desejada em igrejas? Conheça os problemas que seu uso indevido acarreta e aprenda dicas simples que podem eliminar os entraves da fotografia em eventos religiosos.Com o progresso da fotografia digital e a competição do mercado fotográfico, adquirir uma câmera digital já não é mais um sonho distante. Como apaixonada pela arte fotográfica, fico feliz com tal crescimento que tem possibilitado o acesso de pessoas de diferentes idades e níveis econômicos à fotografia. Esse progresso pode ser facilmente percebido também no público cristão que tem usado suas câmeras para registrar eventos, cerimônias e momentos de confraternização nas igrejas. Mas qual o limite para se obter a foto desejada?A fotografia tem um papel importante dentro da missão da igreja. Realizada de forma adequada, ela auxilia no registro da memória da igreja local e colabora com a divulgação desuas atividades. Deveríamos, portanto, celebrar a chegada das câmeras aos membros de nossas igrejas, pois elas auxiliam a cumprir a missão de comunicar Jesus. No entanto, o que deveria ser uma benção para a igreja, tem se tornando um grande incômodo. Pior, como já presenciei em diferentes templos, uma notória falta de respeito à casa de Deus.Como Fotojornalista tenho acompanhado com receio o rumo que a fotografia tem seguido nos templos e outros locais onde são realizados congressos, campanhas evangelísticas e camporis. No afã de um bom ângulo, há fotógrafos que não se intimidam em interferir na programação, agindo como se não estivessem em um lugar santo. (Quando menciono fotógrafo, me refiro a qualquer indivíduo – leigo ou profissional – que use uma câmera fotográfica). Leia o resto deste post »